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22 setembro 2010

XXVIII SEURS – A equipe do projeto estava lá

Na ultima semana, de 8 a 10 de setembro ocorreu em Florianópolis o XXVIII SEURS – Seminário de Extensão Universitária da Região Sul. O evento contava com pessoas dos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, e era voltado para alunos e professores que participam de projetos de extensão. O projeto Periferia de Ponta a Ponta: Juventude, Cidadania e Práticas Culturais esteve presente no evento, onde membros da nossa equipe, a professora Ione, a Professora Lígia e os acadêmicos Bianca, Thiago e Débora ministraram uma oficina para os jovens catarinenses.
O tema da oficina foram expressões culturais, onde os alunos de uma 8ª série foram divididos em quatro grupos, sendo que cada grupo ficou responsável por uma expressão. Essas expressões eram:
• Desenho (os participantes aprenderam o que os desenhos expressavam e então fizeram um desenho de tema livre);
















• Música (foram apresentadas a origem de algumas músicas, quais influências elas sofreram e então os alunos fizeram em uma cartolina a árvore genealógica da relação entre diversos gêneros musicais);

















• Poesia (primeiramente os jovens leram algumas poesias e depois ficaram responsáveis por escreverem pequenos versos, que ficaram muito legais) e sobre o grafitti (aqui foram apresentados textos e fotos sobre a arte do grafitti, e então, os alunos transcreverem para a cartolina alguns termos específicos dessa arte).
















Depois das atividades, os alunos conheceram o nosso projeto, que foi apresentado pelas professoras Ligia e Ione. Houve outras atividades no SEURS, como apresentação de trabalhos, vídeos, palestras e também outras oficinas. A equipe retornou a Ponta Grossa na sexta-feira (10.09), já pensando em atividades que serão realizadas aqui em Ponta Grossa.

01 setembro 2010

Stencil: arte e expressão

O stencil é uma vertente popular do grafite. É a técnica de aplicar desenhos e ilustrações em superfícies de cimento ou tecido com tinta. Também pode ser representada através de números, letras ou qualquer outro símbolo tipográfico. Essas imagens feitas através do stencil podem ser figurativas ou abstratas, tudo depende da imaginação de quem o faz e a mensagem que pretende transmitir.
A aplicação do stencil acontece de forma rápida e simples. Por isso, o risco se torna menor quando é feita em lugares não permitidos. Essa técnica nada mais é do que uma aplicação de tinta em uma superfície através de um molde de acetato (plástico duro), o qual também pode ser substituído por outro material rígido (papel, cartolina, papelão, metal, radiografia), que possa ser desenhado e recortado. Normalmente, o mesmo molde pode ser reutilizado várias vezes e em locais diferentes.


O stencil é uma técnica muito antiga; era utilizada para aplicar estampas em tecidos. Com o passar do tempo, começou a ser usada em decorações e assinatura de documentos em série.
Somente a partir do séc. XX essa técnica começou a ser utilizada como forma de expressão através de cartazes políticos. Nos anos 80, os artistas de rua começam a estampar paredes e ruas das cidades.

Oficina de Stencil promovida pelo projeto

No dia 28 de Agosto aconteceu no pátio da UEPG uma oficina de stencil, destinado aos jovens que participam do projeto Periferia de Ponta a Ponta. Estiveram presentes grupos do Borsato, do Ouro Verde e do Baraúna. O objetivo foi mostrar aos presentes como é fácil aprender as técnicas para se fazer o stencil e, dessa forma, levar essa arte adiante.
No início, todos estavam muito tímidos, mantendo-se concentrados cada um em seu grupo. Bastou o André Fedel e seus ajudantes, Guilherme Smanioto e Michell Michalczyszyn, começarem a explicar o que é o stencil e como ele pode ser utilizado que ficou difícil saber quem era de qual grupo. Logo todos estavam misturados, interagindo e compartilhando os materiais para a produção do seu próprio stencil.

 
Para a maioria, foi o primeiro contato com a arte. Gilson Oliveira, 21 anos e morador do Borsato, conta que não fazia idéia que era tão simples essa prática: “O mais difícil é ligar as linhas e depois cortar com o estilete para sair o formato desejado. Achei bem interessante essa oficina, muito legal mesmo!”. O que também chamou a atenção de Gilson é que ele imaginava que o material utilizado fosse outro. “O mais interessante é que o material é bem simples, imaginava que fosse mais complicado”, ressalta.
André Fedel, acadêmico de Geografia, que foi quem administrou a oficina acha que alguns participantes do evento poderão levar a arte adiante. “Teve gente que se empenhou e pode passar esses conhecimentos para outros”, destaca.
Já no final da tarde a energia ainda era tanta que os jovens não queriam saber de guardar o material. Ainda havia muita criatividade! Mesmo quando todos já haviam feito a estampa na sua camiseta, ainda queriam continuar fazendo na cartolina ou em qualquer outro pedacinho de papel que pudesse ser aproveitado.


O projeto Periferia de Ponta a Ponta aproveita para fazer um agradecimento especial a André Fedel, Guilherme Smanioto e Michell Michalczyszyn pela colaboração e por ajudarem a levar seus conhecimentos à periferia pontagrossense!


Carla Carraro – Egressa do curso de Jornalismo

08 abril 2010

Próxima oficina dia 17/04

Informamos aos jovens participantes do projeto que o local da próxima oficina do sábado dia 17/04 as 14 horas foi transferido para o auditório da PROEX- ao lado da Igreja Catedral.

Contamos com a participação de todos!

Oficina Documentário

No dia 27 do mês de março aconteceu mais uma atividade de nosso projeto a Oficina “Documentário” ministrada pelos integrantes da equipe Ana Paula e Weslley.



O nosso encontro foi na Uepg central e contou com a presença de aproximadamente 50 jovens, dentre os quais àqueles que já estão conosco desde o início do projeto, e também com a presença de novos participantes, em sua maioria alunos da Escola Estadual Espírito Santo e do Colégio Estadual Arnaldo Jansen. Além dos jovens tivemos também a companhia de professoras desses colégios e da diretora do Colégio Espírito Santo.


Na Oficina foram apontados alguns elementos básicos que constituem um documentário e também passados alguns exemplos, entre eles um documentário produzido por jovens de Paranaguá, o que em nosso caso é muito importante, tendo em vista que os jovens do projeto estão se preparando para a produção de um documentário.



Aplicamos uma dinâmica na qual os participantes deveriam montar a ordem e as falas em uma história em quadrinhos que foi retirada as falas e a ordem da tirinha original, para que os jovens conhecessem as etapas da produção de um documentário, a partir da divisão em grupos responsáveis pelos temas: política, machismo, reciclagem e cultura.


A presença desses novos participantes enriqueceu em muito a socialização e interação entre os jovens, que através dos primeiros contatos foram trocando conhecimentos e experiências sobre a realidade de seus bairros.

Por fim, agradecemos a presença de todos e todas e contamos com suas presenças em nossa próxima atividade que será divulgada aqui em nosso blog.

04 março 2010

Próximas atividades: oficina gratuita de documentário


O Projeto Periferia de Ponta a Ponta retoma as atividades.

As primeiras oficinas de 2010 serão sobre vídeo-documentário.

Elas ocorrerão nos sábados, dias 27 de março e 17 de abril - sempre às 14 horas.

Local: UEPG (centro), sala B206.

Após as oficinas os jovens participantes produzirão um documentário.
Contamos com a participação de todos!

11 dezembro 2009

Atividades enfatizam cultura afro-brasileira e literatura periférica

Neste sábado (dia 05) a equipe do Projeto ‘Periferia de Ponta a Ponta’ trouxe a Ponta Grossa os organizadores do selo independente Edições Toró (Literatura Periférica), da cidade de São Paulo. 

Allan da Rosa (poeta, dramaturgo, historiador, educador, radialista e cineasta) e Mateus Subverso (editor, diagramador, educador, radialista e cineasta) utilizaram o espaço do SESC - Ponta Grossa para ministrar oficinas e discutir sobre cultura afro-brasileira.

Na parte da manhã, Allan da Rosa ministrou a oficina ‘Uma história da palavra afro-brasileira’. A atividade contou com a participação de aproximadamente 15 jovens. Foram debatidas diversas temáticas, como literatura e música negra, ancestralidade africana, poesia e recitação, e o poder das palavras em nosso cotidiano. 

Durante a oficina, os jovens também tiveram a oportunidade de saber um pouco mais sobre o grupo ‘Edições Toró’, que atua em diferentes perspectivas na periferia de São Paulo, valorizando a escrita, a performance, a música, a dança e a cultura periférica de maneira geral. Ao final da atividade, Allan deu espaço para que os jovens produzissem seus próprios livros, resultando disso vários trabalhos artísticos.


Mateus Subverso ministrou a oficina ‘Desenhando livros’, também para cerca de 15 jovens. A oficina se propôs a refletir sobre as etapas de construção de um livro, desde a escolha das fontes à diagramação. 

Mateus enfatizou a questão de como a forma (visual) dialoga com o conteúdo (escrita). Os participantes da oficina também discutiram sobre as diferentes maneiras de se contar e fazer história, desde as histórias em quadrinhos ao tradicional livro didático, ressaltando que nenhum formato é melhor ou pior que o outro. 

Ao final, Mateus também cedeu espaço para que os jovens produzissem, com ênfase na caligrafia e criação de fontes.


No período da tarde, Allan e Mateus realizaram uma discussão com professores e acadêmicos sobre cultura afro-brasileira. A atividade teve recital de poesia, diálogos, questionamentos e reflexões sobre cultura e literatura negra. 

O evento, intitulado ‘As tranças do verbo – palavra e imaginário afro-brasileiro’, reuniu aproximadamente 40 pessoas.


Vídeo - Entrevista com Allan da Rosa e Mateus Subverso

02 dezembro 2009

Agenda do projeto

logo_verde.pngAgenda


Sábado 05/12 - 9h - Oficinas
Local: Sesc - Rua Theodoro Rosas, 1247

Oficinas
  • “Desenhando livros” – a oficina trabalhará conceitual e historicamente com as etapas de feitura de um livro, mostrando desde a escolha das fontes à diagramação, como a forma dialoga com o conteúdo nesse trabalho.
Mateus Subverso - Editor, diagramador, Educador, Radialista e Cineasta comunitário. Organizador do selo independente EDIÇÕES TORÓ/ Literatura Periférica. 

 
  • “Uma história da palavra afro-brasileira”: Entre as rodas e fogueiras, o rádio e a roça, os livros e os escadões da periferia, a palavra preta ginga sua sabedoria, sua traquinagem e seus mistérios. Desenhando uma Poesia que coloca o grito e o silêncio pra namorar, sempre trançada à ancestralidade, tacando fogo nas urgências de cada época, mas também oferecendo sereno com seus ritmos e  melodias. Nesta oficina vamos abordar a letra negra e a literatura que marca presença na periferia de São Paulo hoje.
 Allan da Rosa - Poeta, Dramaturgo, Historiador, Educador, Radialista e Cineasta comunitário. Organizador do selo independente EDIÇÕES TORÓ/ Literatura Periférica


Sábado 05/12 - Palestra para professores, acadêmicos e interessados. (Não haverá transporte)
14h - "As tranças do verbo - palavra e imaginário afro-brasileiro". Com Allan da Rosa, da Edições Toró
Local: Sesc - Rua Theodoro Rosas, 1247
[FAÇA SUA INSCRIÇÃO PARA PALESTRA AQUI]


Sábado 12/12 - 14h Sessão de diálogo
Local: a confirmar

Em breve mais informações sobre as oficinas aqui no blog

07 novembro 2009

1ª oficina do Periferia de Ponta a Ponta





 



Caros inscritos e colaboradores, 

Informamos que o primeiro encontro do Projeto "Periferia de Ponta a Ponta": Juventude, cidadania e práticas culturais ocorrerá no sábado dia 07 de Novembro de 2009, na Pró- Reitoria de Extensão - Proex - ao lado da Igreja Catedral, às 14 horas.

Desde já agradecemos a participação de todos.

Atenciosamente

Equipe do Projeto

Comentários

Qual oficina você gostaria que tivesse no projeto?