
Eu sou Ione Jovino, coordenadora e orientadora dessa turma e tenho orgulho de ter ajudado a montar um super time para compor a equipe do nosso projeto. Eu sou uma apaixonada pelas palavras e pelo trabalho. Sou metade Iansã e metade Obaluaiê, sendo assim, posso ser vulcão em erupção, vento e tempestade, mas também posso ficar bem quietinha, debaixo do meu adorno de palha da costa.Eu sou assim, desse jeito e dessa cor, e como dizem os manos do Z’África Brasil, “o que importa é a cor, e quem tem cor, age!”

Eu sou Ligia Paula Couto e oriento e coordeno, juntamente com a profa Ione, o nosso grupo. Um grupo forte, dedicado e querendo mostrar a que veio. Me dedico ao estudo da formação pedagógica do professor de línguas e do professor universitário.
Sou vygotskyana e defensora da pedagogia crítica, sendo assim, só me resta lutar por um ensino público de qualidade, por políticas de inclusão, por justiça e igualdade. Acredito que todos nós temos o poder da transformação!
Bom meu nome é Maykon eu sou acadêmico de jornalismo e entrei no periferia recentemente, meu interesse é divulgar a cultura existente nas favelas de PG e provar que não é só o povo do asfalto que sabe se expressar, pois a cultura está na arte e a verdadeira arte está em todo lugar. Sou um amante da musica dos guetos entre elas o samba de Adoniran e Cartola, o rap do GoG e Racionais e o reggae de Bob Marley. Para mim esses caras foram verdadeiros poetas do gueto e em seus versos demonstram um pouco das características do povo suburbano como eu. Gostaria de finalizar com palavras que não são as minhas mas as de um grande gênio e que são uma lição de vida “É melhor atirar-se em luta, em busca de dias melhores, do que permanecer estático como os pobres de espírito, que não lutaram, mas também não venceram. Que não conheceram a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra, não agradecem à Deus por terem vivido, mas desculpam-se diante dele, por simplesmente, haverem passado pela vida".
Bianca de Andrade, acadêmica de Geografia – Licenciatura. Gosto muito de estudar pessoas e sua relação com o mundo, o modo como cada um age, e visando assim conhecer mais a respeito dos jovens ao qual fazemos parte, com certeza com o projeto Periferia de Ponta a Ponta alcançarei esse objetivo.
Eu sou a Caroline Dähne, estou no segundo ano de Licenciatura em História da UEPG.
O projeto me proporciona trabalhar em áreas do meu interesse como juventude, grupos urbanos e relações de gênero.
O projeto me proporciona trabalhar em áreas do meu interesse como juventude, grupos urbanos e relações de gênero.
Edvanderson... Mais conhecido como Eddie, é um daqueles Geógrafos malucos que busca unir em sua vida a teoria com aventuras de arrepiar o sangue. Fã de Raul Seixas e Che Guevara, assim como seus ídolos, considera-se um sonhador, utópico, maluco e idealista. Fez iniciações científicas na área de Educação Ambiental e agora ingressa neste novo desafio, onde busca descobrir mais sobre a juventude, essa fase da vida simplesmente única que pretende nunca deixá-la completamente... O “maluco beleza” Acredita na beleza da vida e que cada instante é eterno, e por conseguinte procura fazer o máximo de loucuras para ficar gravadas na memória, como pedalar de bike de Ponta Grossa ao Litoral! Juventude e Território, Periferia e centro da cidade, restrições no espaço urbano, criação de novos espaços e entre outros temas são discussões no qual pretende-se envolver numa maneira critica visando a transformação social neste mundo pós-moderno!
Ahhh, sou perdidamente apaixonada pelas coisas simples da vida, adoro dar risada e amo comer chocolate!!!
Meu nome é Flávia, sou acadêmica do curso de Bacharelado em Direito da UEPG. Creio que participar do Projeto Perifeira de Ponta a Ponta é uma experiência fascinante, já que visa o dialogo direto com vários jovens sobre temas extraordinarios como os Direitos Humanos, Juventude e outros.
Meu nome é Jamila, sou graduada em História Licenciatura. (UEPG/2008). Durante minha graduação tive oportunidade de participar de Projeto de Iniciação Científica e de Projeto Extensionista entre eles o Programa Universidade Sem Fronteiras.Agora na condição de egressa no mesmo programa USF, participo do Projeto: “Periferia de Ponta a Ponta”.
Tenho interesse em temas relacionados às expressões culturais juvenis e em discussões que perpassem o universo antropológico e em especial às questões étnicas.
È um prazer a partir de nosso trabalho conhecer mais sobre as vivências dos jovens de nossa cidade.
ABRAÇO JUVENIL !!!
Como diria Oscar Wilde, definir é limitar. Mas para todos os efeitos - e aceitando a condição de ser humano limitado que sou -, explico um fragmento limitado da minha vida. Dotado de uma sensibilidade à flor da pele e de um romantismo anacrônico que insiste em me perseguir mesmo nos momentos mais intransigentes da existência em sociedade, sou um pouco daqui e um pouco de lá. Contradições e paradoxos mais diversos jogados num mesmo balaio; todo homem/mulher é assim? Eu não sei ao certo quem sou, mas sei no que acredito. E eu acredito em muitas coisas. Mas em todo caso, as pessoas me chamam de Marco Aurélio, e parece que sou acadêmico de História na UEPG. E o resto, ah!. o resto eu nem sei como explicar...
Me chamo Thiago Coloda, sou acadêmico de Geografia, e moro na periferia de Ponta Grossa, quando vi o nome do projeto, Periferia de Ponta a Ponta, e li a proposta pensei: - Caraca esse projeto tá pra mim!!! E é isso aí, eu viso a proximidade entre as classes e entre as pessoas, porque independente dos fatores culturais, se todos tiverem as mesmas oportunidades tenho certeza que o resultado é o mesmo!! Eu gosto de ouvir música, e estudar desenvolvimento econômico regional. Sou bastante perseverante e com a galera do Ponta a Ponta tenho certeza que faremos um projeto muito bom.
Meu nome é Adriano Rossi, bacharel e licenciado em história, apaixonado pelos momentos simples da vida e um apreciador nato do cotidiano complexo e multifacetado do planeta TERRA!
Sou a Camilla Tavares, estudante do último ano de Jornalismo da UEPG. Entrei no Projeto há cinco meses e estou gostando muito do trabalho que estamos desenvolvendo. É muito bom poder ter contato com realidades diferentes às nossas e saber que estamos contribuindo, de alguma forma, com o crescimento pessoal dos adolescentes.




